David Goyer vai produzir filme baseado em livro apocalíptico de Patrick Lee

David Goyer, conhecido por ser o roteirista de “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, assumiu a produção de The Breach, livro apocalíptico de Patrick Lee. Em parceria com Lorenzo di Bonaventura (“Transformers”), Goyer já teria até mesmo encontrado o responsável pelo roteiro: Justin Rhodes (“Contract Killers”).

Segundo a Variety, o desfecho do filme será diferente do livro. Como o título se encontra em pré-produção, não há previsão de lançamento.

Batman (finalmente) bate a marca de US$1 bi em arrecadação

Se influenciado pelo massacre de Aurora ou pelas Olimpíadas, não se sabe, mas o filme que encerra a trilogia de Christopher Nolan, “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” demorou para bater a marca de US$1 bilhão em arrecadação mundial, alcançada hoje. As informações são do Box Office Mojo.

O filme, que desbancou o seu antecessor, ocupa agora a décima segunda posição no ranking das maiores bilheterias de todos os tempos, e conseguiu ultrapassar outras grandes produções cinematográficas como O Senhor dos Anéis: As Duas Torres, Piratas do Caribe: No Fim do Mundo e Homem-Aranha 3.

Ben Affleck não irá dirigir longa da Liga da Justiça

Já há algumas semanas especulava-se o envolvimento de Ben Affleck na direção do longa da Liga da Justiça. No inicio do mês os representantes do ator e diretor negaram que ele tivesse algo a ver com o projeto. Desta vez, porém, é o próprio Affleck que desmente o rumor.

“O filme parece ser bem empolgante, mas não é algo em que eu estou trabalhando. Um dos problemas de sites de entretenimento é que eles precisam preencher suas páginas, e por causa disso rumores são iniciados” disse o ator ao site canadense 24hrs.

O filme, ainda sem sinopse divulgada, envolverá Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde, Flash, Aquaman e Caçador de Marte, tem estreia prevista para 2015 e Will Beall assinou a ultima versão do roteiro.

Profissão Brucutu – O Batman de Christopher Nolan

aa

Chegou a hora de analisarmos a trilogia Batman feita por Nolan. Todo mundo aguardou com entusiasmo o capítulo final dirigido pelo cineasta anglo-americano. Acredito que nós, fãs do homem-morcego e da carreira cinematográfica de Nolan (Amnésia, A Origem, entre outros), ficamos mais do que satisfeitos com o resultado final entregue. Sem dúvida de explodir a cabeça.

O final do filme é maravilhoso, porém a coluna de hoje visa a compreensão sobre a construção do personagem Bruce Wayne/Batman feita por Nolan e sua equipe. É claro que o diretor e seu grupo de roteiristas não precisaram construir o personagem do zero. Desde 1939 o super-herói, ou anti-herói, aparece em quadrinhos publicados pela DC Comics. O background do personagem está delineado há algumas décadas. Nomes como Bob Kane, Bill Finger, Alan Grant, Geg Rucka, Jerry Robinson, Frank Miller,  Dennis O’Neil entre outros, fundamentaram todas as principais particularidades do Cavaleiro das Trevas.

bétman

A grande jogada de Nolan é o conceito implementado nos filmes. A ideia de que o Batman não é uma pessoa em especial, mas sim um ideal. Bruce Wayne é apenas uma das pessoas que poderia vestir o manto do Cavaleiro das Trevas. Essa ideia, que tem seu imput no primeiro filme, é maravilhosamente concluída no terceiro. Os vilões Ra’s Al Ghul, Coringa, Bane e Talia usavam um discurso perigosamente influenciável e populista para conquistar o povo através de um ideal. Em contra partida Bruce Wayne constrói o ideal, um modelo para as pessoas seguirem. Nolan nos mostra que qualquer um pode ser o herói. O homem é maior do que o mito criado. A interpretação do homem-morcego feita por Nola se baseia em alguns conceitos básicos da jornada do herói. Podemos ver todas as passagens, desde o chamado para aventura até o retorno ao mundo normal com o elixir (sua recompensa).

sds

Mas o Batman é realmente um herói?  Ou seria Bruce Wayne o herói? Para Christopher Nolan o “herói” mascarado é apenas um combustível para liberar em nós, povo, o herói que existe em cada um de nós. Bruce Wayne, Comissário Gordon, os policiais de Gotham, os cidadãos de Gotham, eles são os heróis. O Batman de Nolan é apenas um agente que molda a sociedade visando um bem maior e uma sociedade mais justa. Da mesma forma que nas lendas, narrativas de sucessos fantásticos, Nolan nos ofereceu uma trilogia que será comentada daqui a muitos e muitos anos e que já possui uma aura lendária a sua volta. O Batman na visão de Nolan não é um herói, mas sim uma ideia. Uma ideia da qual os cidadãos podem compartilhar e, se quiserem, assumir e praticar.

Possível reboot de Batman em 2016

“Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge” nem bem esfriou nos cinemas e já surgem boatos de um possível reboot para o homem-morcego.

Segundo fontes ligadas a DC Entertainment, do site Comic Book News, a Warner Bros. estaria planejando o recomeço da saga do herói em 2016, um ano após o lançamento do filme da Liga da Justiça, programado para 2015.

A trama do reboot não giraria em torno de um novo começo na história do defensor de Gotham, como aconteceu com “Batman Begins”, mas abordaria o segundo ano de Batman como herói da cidade e especula-se que o nome do projeto seria “The Batman”.

Enquanto isso a parte final da trilogia de Nolan segue arrasando nas bilheterias pelo mundo. Só nos Estados Unidos o filme já ultrapassou a marca dos US$ 300 milhões e acumulou cerca de US$ 600 milhões mundialmente.

Crítica – Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge

A cena que mais gosto em toda a trilogia do Batman dirigida pelo Nolan se resume a um pequeno momento. Nos arranha-céus de Gotham em “Batman: Begins”, o morcego está sozinho, olhando para uma cidade corrupta enquanto sua capa tremula, misturando-se a escuridão da noite e das almas que ali residem.

É estranho que essa cena me cause tanto fascínio, mas depois de assistir a “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” descobri o motivo: de alguma forma, percebi que aquele take específico resumia em menos de três segundos a verdadeira essência do heroi. Batman é, afinal, um homem sozinho, marcado pela dor e pela perda. Seu destino nunca foi salvar ninguém, mas a rota de sangue que o guiou até aqui lhe entregou esse fardo.

Sim, a palavra correta é fardo e não missão. Pelo Batman, Bruce Wayne (Christian Bale) abdicou de tudo que amava. Perdeu seus pais. Perdeu Rachel. Perdeu qualquer respeito que ainda tinha por parte da sociedade aristocrata de Gotham. Perdeu a si mesmo. O que vemos no início do novo filme é um frangalho do que outrora fora um homem que queria tornar o mundo e a cidade em que vive em algo melhor. Em algum momento de sua trajetória, Wayne decidiu que morrer seria o fim para seu tormento interno e do momento em que passou a não temer (e em certo ponto desejar) a morte, ele próprio se tornou um morto em vida. 

Com o eu tão atormentado, o bilionário agora tem uma missão difícil a lidar. Os seus oito anos longe dos holofotes, assumindo a culpa de um crime que não cometeu, trouxeram alguns benefícios – como a aprovação de uma emenda em nome de Harvey Dent que eliminava a condicional e restabeleceu a paz em Gotham. Porém, a calmaria também deu início a uma revolução silenciosa: enquanto milionários se fartam de luxos do alto de suas coberturas, um exército de renegados pelo sistema calmamente começou a se formar nos túneis subterrâneos da metrópole. E no topo da cadeia, está o novo vilão Bane (Tom Hardy), um terrorista remanescente da Liga das Sombras de Ra’s al Gul (Liam Neeson).

Se o idealizador da Liga fracassou no primeiro tomo em seu plano para destruir a cidade-lar dos Wayne, dessa vez Bane retorna com tudo. Usando um reator nuclear – a principal esperança para energia limpa e sustentável, mas também uma bomba atômica em potencial -, o vilão arma uma revolução que isola Gotham do resto do mundo. Se alguém sair ou entrar na cidade, a bomba será ativada e todos voarão pelos ares. Antes disso,  o povo toma ciência da verdade por detrás da morte de Dent e é incitado por Bane a assumir o controle da força, pegando nas armas e destruindo a estrutura de poder vigente.

O filósofo Thomas Hobbes costumava dizer que o direito se resume basicamente à força, o que distinguiria dois momentos distintos da nossa história: o estado natural e o estado político. No estado natural, o poder de cada um é medido por seu poder real; cada um tem  o de direito quanto de força e todos só pensam na própria conservação e dos interesses pessoais. Já o estado político se baseava na tese de o ser humano é movido por ações individualistas e que deve ceder o seu direito à força para uma entidade maior, chamada por ele de “Leviatã”, de modo a organizar a sociedade com a concentração da forma nas mãos do Estado. Assim sendo, o Estado é o verdadeiro detentor da força. 

O que o Batman de Nolan é obrigado a combater é uma cidade onde o estado político caiu e estabeleceu-se o Caos (destaque para uma cena fantástica onde o oficial diz que “só existe uma polícia em Gotham”); e com a ameaça de Bane, o próprio governo central é obrigado a aceitar e apoiar essa ilha de poder independente que se forma no coração da nação americana. Assim, o desafio do Homem Morcego dessa vez não é apenas lidar com o mal concentrado na figura vilanesca, mas o mal disperso por uma cidade corrompida cujas chagas foram tratadas, mas não curadas.

É particularmente emocionante ver o último resquício de esperança concentrado na figura de Bruce Wayne, que caminha pelas ruas em direção a Bane como uma chama em meio a uma caverna escura. Igualmente emocionante é ver Gotham pouco a pouco se desprendendo da necessidade mórbida de ter um heroi para resgatá-la da destruição toda vez que um novo problema surge. Principalmente devido ao personagem de Joseph Gordon Levitt (cuja identidade, afinal, nos é revelada nos últimos momentos de filme como uma piscadela de Nolan para os fãs das HQs), mas também por tudo o que o jovem Wayne representou para aquelas pessoas. 

Quanto às atuações, Michael Caine como Alfred e Morgan Freeman como Fox não trazem grandes surpresas: eles sempre fazem um grande trabalho e aqui não é diferente. É divertido ver o quanto a relação entre Bruce e Alfred evolui e as consequências disso (há quem diga, por exemplo, que a última cena do filme é fruto da pertubação mental do mordomo e que nada daquilo aconteceu, de fato). O destaque, entretanto, vai pra Anne Hathaway, magnífica como Mulher Gato. Quando estiver atenção, preste atenção na mudança radical de trejeitos da moça logo no começo, quando abandona o papel de doméstica perdida e se assume enquanto ladra experiente e sedutora que é. Não só o tom de voz muda, mas a expressão corporal e até mesmo a forma de andar. Da mesma forma, é bastante crível o seu apelo para que Bruce deixe Gotham para trás e escape com vida ao seu lado.

No final, Wayne conseguiu o que queria. Vivo ou morto, Batman agora é um símbolo. E para o cinema, é uma bela contribuição, elevando a adaptação de HQs a um nível inimaginável há poucos anos.

Se o filme é explicativo demais? Se a trilha sonora força a barra e o deus ex machina entra em cena em algumas vezes? Se o figurino entrega Marion Cotillard? Sim, mas o que prevalece é um filme muito bom que não merecia tamanho marketing negativo como o que Aurora lhe trouxe. Que venham mais, que termine aqui, mas uma coisa não muda: in Nolanwe still trust. Agora e sempre.

Nova edição da Hollywood Reporter traz Batman chorando na capa

A revista americana “The Hollywood Reporter” irá trazer, em sua edição da primeira semana de agosto, uma ilustração com a silhueta de Batman derramanda uma lágrima vermelha, representando sangue.

Essa edição irá oferecer um “dossiê” sobre o massacre ocorrido em 20 de julho, no qual 12 pessoas foram mortas e 58 feridas durante uma sessão de “Batman: O cavaleiro das trevas ressurge” num cinema de Aurora, no Colorado, Estados Unidos. O acusado, James Eagan Holmes, de 24 anos, foi preso sem oferecer resistência e a polícia ainda não tem explicações sobre o motivo do crime ter ocorrido.

Nesta segunda-feira (23), Holmes fez sua primeira aparição ante o tribunal do condado de Arapahoe. Ele estava com os cabelos vermelhos e segundo o comissário de polícia de Nova York, Raymond Kelly, o jovem estava fantasiado de Coringa, um dos rivais do Batman (apesar de a cor dos cabelos do personagem ser verde).

O Coringa, por sinal, é o tema de um dos textos da próxima edição de “The Hollywood Reporter”. Outros artigos trazem temas como o excesso de violência nos filmes americanos após “o colapso do sistema de produção de Hollywood”; os futuros investimentos com segurança que deverão ser feitos pelo circuito exibidor; “como fazer propaganda de um filme violento” depois de tudo o que aconteceu; e as chances do novo “Batman” no próximo Oscar.

A revista ainda traz ainda uma análise feita pelo cineasta Peter Bogdanovich. O site da “Hollywood Reporter” antecipa observações do cineasta: “As pessoas vão para o cinema para se divertir, e elas morreram… Me entristece o fato de eu ter feito um filme sobre isso”. Bodanovich é diretor e roteirista de “Na mira da morte” (1968), produção em que um homem dispara contra os espectadores de um drive-in.

Batman arrecada US$160,9 milhões e não supera “Os Vingadores”

Se foi devido ao ataque em Aurora ou simplesmente por não ser em 3D, não dá pra saber. Fato é que o novo filme do Batman, apesar de ter feito uma ótima bilheteria, não conseguiu superar “Os Vingadores” da Marvel/Disney em seu primeiro final de semana. Foram US$160,9 milhões, bem abaixo da expectativa do estúdio, que chutava algo na casa dos US$200 milhões.

No entanto, o arrecadado conseguiu dar ao filme de Christopher Nolan o terceiro lugar no ranking de maior abertura nos Estados Unidos. A produção fica atrás de Os Vingadores e Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2. É importante lembrar que o filme ainda não foi lançado em grandes praças internacionais, já que chegará dia 27 em alguns países (como, por exemplo, o próprio Brasil).

“Caça aos Gângsters” pode sofrer mudanças devido ao tiroteio na sessão de Batman

O estúdio Warner Bros está repensando seus planos para o filme “Caça aos Gângsters” (Gangster Squad) devido a cena de tiroteio dentro de um cinema, mas os executivos de Hollywood não esperam muitas mudanças por causa massacre ocorrido durante uma exibição do filme “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”, nos Estados Unidos no último dia 20.

Dirigentes da Time Warner Inc, da Warner Bros discutirão a possibilidade de editar ou até mesmo remover a cena de tiroteio do “Caça aos Gângsters”, ou para alterar a data de lançamento, previsto para o dia 7 de setembro.

Na sexta-feira, a Warner retirou os trailers de seu novo filme depois que um estudante de neurociência matou 12 pessoas e feriu 58 na estreia à meia-noite do “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. O trailer incluía a cena em que homens abrem fogo com metralhadoras contra uma audiência em um cinema.

A Warner Bros também reduziu a propaganda de Batman ao suspender uma estreia em Paris e cancelar aparições do elenco no México e no Japão. Os resultados de bilheteria no fim de semana para o filme do Batman ficaram um pouco abaixo das projeções, mas o filme ainda arrecadou cerca de 162 milhões de dólares na América do Norte.

Caça aos Gângsteres se passará em Los Angeles, na década de 1940 e contará a história de Mickey Cohen (Sean Penn), um rei do crime que comando toda a cidade, incluindo bandidos e policiais. Com isso, o Sargento John O’Mara (Josh Brolin) e Jerry Wooters (Ryan Gosling) irão se juntar para tentar colocar um fim no império de Cohen.

Emma Stone, Nick Nolte, Robert Patrick e Giovanni Ribisi também fazem parte do elenco.

Tiroteio em sessão de “Batman” repercute na Warner

Hoje fomos todos surpreendidos com a tragédia no cinema de Aurora, no Colorado, onde um jovem de 24 anos abriu fogo matando 12 pessoas e ferindo mais 40 durante a sessão de abertura de “Cavaleiro das Trevas Ressurge”. A notícia pegou de surpresa o estúdio e acabou gerando uma propaganda extremamente negativa para o filme. 

Executivos da Time Warner, que controla o estúdio Warner Bros., se reuniram na sede da empresa em Burbank, Hollywood, para discutir a situação. Um deles disse ao The Wrap que a Warner estava observando a situação e ainda considerava a possibilidade de tomar outras medidas para além de cancelar a estréia de Paris, incluindo cancelamento de prévias em cadeias de cinemas. Um porta-voz da cadeia de Knoxville, Tennessee disse ao TheWrap, “Continuaremos a monitorar a situação e adaptar a nossa necessidade de segurança necessária”, mas não especificamente respondendo se eles poderiam cancelar sessões.

O diretor do filme, Christopher Nolan, se manifestou sobre a tragédia em comunicado oficial:

“Falando em nome do elenco e da equipe de O Cavaleiro das Trevas Ressurge, eu gostaria de expressar nosso profundo pesar diante dessa tragédia sem sentido que caiu sobre toda a comunidade de Aurora. Não presumo nada sobre as vítimas desse ataque, apenas que elas estavam lá na noite de ontem para ver um filme. Acredito que o cinema é uma das grandes formas de arte dos EUA e que a experiência dividida de assistir a uma história contada na tela é um entretenimento importante e prazeroso. A sala de cinema é minha casa, e a ideia de ver alguém violar esse local de esperança e inocência de modo tão insuportavelmente selvagem me devasta. Nada que qualquer um de nós diga poderia expressar adequadamente nossos sentimentos pelas vítimas inocentes deste crime aterrador, mas nossos pensamentos estão com elas e suas famílias.”

A Warner também anunciou que retirou o trailer do filme “Caça aos gângsters” dos cinemas após o tiroteio. O trailer possui uma cena na qual um grupo armado de homens fuzila pessoas durante uma sessão de cinema (assista no YouTube) e seria exibido durante as sessões do novo longa de Batman.

Embora tais imprevistos tenham acontecido, a estreia de Batman faturou US$30 milhões na sua noite de estreia nos EUA. Por aqui, o filme deve ser lançado dia 27 de Julho, se a distribuidora não mudar seus planos.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...